"Pecado é provocar desejo e depois renunciar."
(Renato Russo/Marisa Monte)

sábado, 27 de junho de 2009

Tumulto no céu ...

Chupa essa manga São Pedro
"_São Pedro quero ficar com os querubins! Adoro anjinhos..."

Demerol e Michael Jackson

Analgésico "Demerol" pode ter matado Michael Jackson


O Demerol, um poderoso analgésico, teria sido a causa da morte de Michael Jackson. A afirmação é do tablóide inglês The Sun em sua edição de hoje. Jackson estaria usando analgésicos rotineiramente desde a última vez em que foi às barras dos tribunais enfrentar uma acusação de abuso sexual, em 2003. Além do mais, ele sentia muitas dores e não vinha frequentando os ensaios da banda com regularidade para o seu retorno na turnê "This is It". Em 1997, Jackson fez uma música em que falava do remédio, cujo título era Morphine (morfina, em português). "Demerol/ Demerol/ Oh Deus ele está tomando Demerol", diz o trecho da canção.


Segundo o The Sun, o Demerol aumenta o risco de ataque cardíaco, que teria sido a causa de sua morte. Peritos da polícia de Los Angeles já estão fazendo a necropsia no corpo do astro pop, mas alertam que os resultados podem demorar semanas, já que somente exames nas vísceras podem dizer o quão determinante foi o consumo de medicamentos para a sua morte.

O site TMZ informa que Joe Jackson, pai do cantor, recentemente quis internar o filho em uma clínica de reabilitação em Palmdale, Califórnia, por considerar que Michael estava viciado em morfina.


Nesta quinta-feira, um pouco depois de sua morte, o advogado e porta-voz da família Jackson, Brian Oxman, comentou à rede de televisão CNN que Jackson pode ter tomado uma grande quantidade de remédios antes de sofrer a parada cardíaca. Ele afirmou que esta era uma das hipóteses que a familia do cantor estava levantando sobre o que o levou à morte.

Segundo Oxman, Michael fazia mesmo tratamento com medicação como parte da preparação para a turnê que começaria em julho.

O site TMZ ainda informa que Joe Jackson, pai do cantor, recentemente quis internar o filho em uma clínica de reabilitação em Palmdale, Califórnia, por considerar que Michael estava viciado em morfina.

Edição: Luciano Dias | Fonte: JB

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Escola: berço do preconceito!


O preconceito está presente entre estudantes, pais, professores, diretores e funcionários das escolas brasileiras. As pessoas com deficiência, principalmente mental, seguidas de negros e pardos são as que mais sofrem com esse tipo de manifestação.

Foi comprovada pela primeira vez uma relação entre preconceito e o desempenho na Prova Brasil, cujas notas mais baixas estão onde há maior hostilidade ao professor. Essas conclusões estão no estudo feito a pedido do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) e da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, órgãos do Ministério da Educação (MEC).

Os dados deste estudo inédito foi realizado em 501 escolas com 18.599 estudantes, pais e mães, professores e funcionários da rede pública de todos os Estados do País. A principal conclusão foi de que 99,3% dos entrevistados têm algum tipo de preconceito e que mais de 80% gostariam de manter algum nível de distanciamento social de portadores de necessidades especiais, homossexuais, pobres e negros. Do total, 96,5% têm preconceito em relação a pessoas com deficiência e 94,2% na questão racial.

"A pesquisa mostra que o preconceito não é isolado. A sociedade é preconceituosa, logo a escola também será. Esses preconceitos são tão amplos e profundos que quase caracterizam a nossa cultura", afirma o responsável pela pesquisa, o economista José Afonso Mazzon, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP (FEA).


Segundo Daniel Ximenez, diretor de estudos e acompanhamento da secretaria, os resultados vão embasar projetos que possam combater preconceitos que a escola não consegue desconstruir. "É possível pensarmos em cursos específicos para a equipe escolar. Mas são ações que demoram para ter resultados efetivos."

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Quando o rufião pula a cerca


E o Rufião, atiçado pela paixão "Pula a cerca"

"Muitas vezes precisavam cruzar uma égua de boa linhagem com um garanhão também com bom pedigree, mas o problema era que o garanhão de ascendência nobre não despertava o desejo da égua. Ou tinha a agenda cheia e não podia, por qualquer motivo, perder tempo com preliminares. Então colocávamos perto da égua um tipo de cavalo conhecido como Rufião, um garanhão do qual não se exigia nem perfeição física nem pureza de sangue que atestasse sua ancestralidade ilustre, mas sim a capacidade de despertar um desejo sexual intenso na égua.

O garanhão plebeu e a nobre égua ficavam separados por uma cerca, para que nenhum contato, digamos, morgamático, ocorresse entre eles. Logo que o Rufião estimulava o cio da égua, colocava-se nela uma peia, uma espécie de arreop de charrete do qual saíam duas grossas cordas que eram fixadas em pulseiras presas nos cascos da égua, para que assim subjugada não pudesse rejeitar e escoicear o garanhão de luxo, quando ele fosse fazer a cobertura. Quase sempre o aristocrata era ajudado pelos peões na introdução do seu membro no corpo da égua.

Acontece que em muitas ocasiões o Rufião, que despertava o cio na égua porque fazia a fêmea sentir por ele a mesma lubricidade obsessiva que sentia por ela, o Rufião (apodo injusto para animal de tanto caráter), impelido pela sua lascívia arrebatadora, pulava a cerca que os separava e os dois animais, contra todos e sem a ajuda de ninguém, satisfaziam a paixão proibida que os consumia. Vem daí a expressão "pular a cerca", que você deve conhecer, mais comum no interior do país, que indica um homem ou mulher casada que se engaja em atividade extraconjugal.

Dessa história eu extraí os seguintes ensinamentos.
O primeiro: para seduzir e comer a mulher que você ama é preciso desejá-la como um garanhão preso na cerca,
e (segundo)se ela não pular a cerca antes, as mulheres muitas vezes pulam a cerca antes, cabe você a pular, arruinar-se por ela, levar coices por ela, bater a cabeça na parede por ela. Crie o efeito ricochete".
(Rubem Fonseca E do meio do mundo prostituto só amores guardei ao meu charuto)