(Renato Russo/Marisa Monte)
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
A História do Pênis
A mulher e a Logomarca
A mulher e a logomarca
Um marido está em casa assistindo a um jogo de futebol, quando sua mulher sai de casa e volta logo em seguida e o interroga?
- Querido, você pode consertar meu carro? Ele parou de funcionar logo que saí da garagem...
Ele olhou para ela e respondeu com raiva:
- Consertar seu carro? Você tá vendo a logomarca da Fiat na minha testa?
A esposa desiste de sair e vai à geladeira para tomar água e encontra a porta quebrada e volta pra ele e pergunta:
- Então, você pode consertar a porta da geladeira? Ela não está fechando direito...
E ele respondeu:
-Consertar a porta da geladeira? Você tá vendo a logomarca da Brastemp na minha testa?
-Tudo bem, ela disse.
E vai acender a lâmpada da varanda e lembra que está queimada, volta ao marido e pergunta:
- Então você pode pelo menos trocar a lâmpada da porta da frente? Ela está queimada há semanas.
E o marido:
- Trocar a lâmpada da porta da frente? Você está vendo a logomarca da Philips na minha testa? Eu não agüento mais você! Vou para o bar!!!
Então ele foi para o bar e bebeu por algumas horas. Ele começou a se sentir culpado pela forma como tratou sua esposa e decidiu voltar para casa e ajudá-la.
Quando ele chegou em casa viu que o carro da sua mulher já estava na garagem.
Ao entrar na casa, ele viu que a luz da porta de entrada já estava trocada, foi pegar uma cerveja e percebeu que a porta da geladeira havia sido consertada.
Querida - ele perguntou:
- Como todas essas coisas foram consertadas?
Ela disse:
- Bem, quando você saiu, eu sentei lá fora e chorei. Então um jovem muito simpático me perguntou o que estava errado e eu lhe contei.
Ele se ofereceu para consertar tudo, e o que eu tinha a fazer era escolher entre ir para a cama com ele ou fazer um bolo.
O marido disse:
- Então, que tipo de bolo você fez para ele, meu amor?
Ela respondeu:
- Aloooôôôôô!!!
Você tá vendo a logomarca da "Dona Benta" na minha testa?
MORAL DA HISTÓRIA:
MARCA QUE NÃO DÁ ASSISTÊNCIA, ABRE ESPAÇO PARA A CONCORRÊNCIA !!!
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Zilda Arns: Nobel póstumo.

*Ivar Hartmann é promotor púbico aposentado e colunista do Jornal NH - Gruposinos, Novo Hamburgo, RS
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
DESESPERO NO HAITI

A falta de presença policial aumentou a insegurança e há um aumento dos casos de pilhagem em Porto Príncipe, alerta a "Radio Metropole".
A Missão das Nações Unidas de Estabilização no Haiti (Minustah) é a única força que tenta combater a deterioração da situação de insegurança, mas a tarefa é complicada, devido à amplitude da catástrofe.
O responsável das operações de manutenção da paz da ONU, Alan Le Roy, teme que a situação de insegurança piore nos próximos dias, e que as agressões e atos de criminalidade aumentem, segundo a mesma fonte.
A água e os alimentos estão escassos e, quando existem, são vendidos a altos preços, as comunicações continuam cortadas - exceto as por satélite -, o mau cheiro dos cadáveres em decomposição e a poeira dos edifícios que desabaram torna o ar irrespirável.
Também não há meios de transporte por falta de combustível e porque muitas vias estão intransitáveis, e os hospitais não dão conta de atender os feridos.
O desespero se transformou em raiva em alguns lugares, e houve saques e até barricadas feitas com cadáveres em algumas ruas, informa a imprensa local e internacional.
Milhares de pessoas passaram a terceira noite ao relento, mas desta vez, pelo menos, só houve um tremor e não muitos, como ocorre desde terça-feira, quando aconteceu o terremoto de 7 graus na escala Richter e com epicentro a 15 quilômetros da cidade.
Segundo a "Radio Metropole", quatro minutos antes das 4h local, aconteceu um tremor de 4,7 graus, cujo epicentro ficou 75 quilômetros ao oeste da capital.
Depois do sismo da terça-feira, houve 43 réplicas de magnitude entre 4,4 e 5,9 graus, acrescentou a emissora.
As pessoas nas ruas, porque perderam a casa no terremoto ou porque têm medo de voltar para seu lar e este desabe se a terra voltar a tremer, sentem-se abandonadas à própria sorte.
Paradoxalmente, toneladas de ajuda de todo tipo e centenas de médicos, bombeiros e especialistas em resgate de vítimas de terremotos chegaram ou estão a caminho do Haiti a partir de todos os cantos do mundo.
No entanto, há falhas de logística. No aeroporto de Porto Príncipe, sem torre de controle nem controladores, foi preciso suspender ontem por várias horas a chegada de mais aviões, devido ao congestionamento.
O Governo haitiano está desintegrado, com alguns membros desaparecidos, e sem comunicações.
O pessoal da ONU, organizações humanitárias ou pessoas enviadas por outros países para socorrer os haitianos tentam levar um pouco de alívio a uma população que desde na terça-feira vive em agonia.
O terremoto de 7 graus na escala Richter aconteceu às 19h53 de Brasília da terça-feira e teve epicentro a 15 quilômetros de Porto Príncipe, a capital do país. A Cruz Vermelha do Haiti estima que o número de mortos ficará entre 45 mil e 50 mil.
Na quarta-feira, o primeiro-ministro do país, Jean Max Bellerive, havia falado de "centenas de milhares" de mortos.
O Exército brasileiro confirmou que pelo menos 14 militares do país que participam da Minustah morreram em consequência do terremoto.
A brasileira Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, ligada à Igreja Católica, também morreu no tremor.
Diferente dos dados do Exército, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, aumentou hoje o número de mortos para 17 - considerando as mortes de Luiz Carlos da Costa, funcionário da ONU, e de outro brasileiro que não identificou -, segundo informações da "Agência Brasil".
Fonte: Terra